ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A DEFICIÊNCIA DE HORMÔNIO DE CRESCIMENTO NA INFÂNCIA, ATRASA O CRESCIMENTO, A CRIANÇA GERALMENTE É MAIS ESTREITA, OCORRE A DIMINUIÇÃO DA DENSIDADE MINERAL ÓSSEA.

A deficiência de hormônio de crescimento (DGH) com início na infância é freqüentemente percebida como causadora da baixa densidade mineral óssea, fraturas e osteoporose. Limitações inerentes às técnicas atuais de imagem óssea têm causado muitos artefatos e equívocos sobre a densidade mineral óssea e da estrutura óssea. A densidade cortical, a densidade trabecular e o volume trabecular são normais quando medidos por tomografia computadorizada quantitativa periférica e histomorfometria (histomorfometria óssea é a técnica de biópsia óssea que permite quantificar a remodelação e as estruturas ósseas). A deficiência de hormônio de crescimento (DGH) verificáveis ​​afeta a espessura da camada cortical óssea (expansão periosteal-camada externa), tanto em estudos humanos e animais. No entanto, os ossos dos membros curtos não dão as previsões de medidas corretas prejudicando a avaliação de deficiência de hormônio de crescimento (DGH). Além disso, o hormônio de crescimento (GH) e o IGF-1 (fator de crescimento da insulina) têm indiscutíveis ações anabólicas (reações anabólicas, ou reações de síntese, são reações químicas que produzem nova matéria orgânica nos seres vivos) não só no osso, mas também no tecido muscular. De fato, em comparação com todas as outras variáveis ​​relacionadas ao osso, o tamanho do músculo é a menor no momento do diagnóstico de DGH. Durante a terapia de GH, o aumento muscular precede e excede qualquer ganho de massa óssea. A teoria sugere que na musculação a deficiência induzida de hormônio de crescimento (DGH-induzida) altera a força muscular, causando secundariamente uma baixa espessura cortical. Não há evidências de que o DGH isolado no início da infância, ou a resistência grave ao GH, causa um risco aumentado de fraturas em crianças ou adultos. Apenas adultos com hipopituitarismo (mau funcionamento da glândula pituitária) orgânico parecem ter um risco ligeiramente maior de fraturas. Utilizando as diretrizes de transição em curso, as crianças e adultos com pouca DGH estão em risco de serem diagnosticadas com baixa massa óssea e pode, conseqüentemente, receber um tratamento inadequado. A DGH não deve ser incluída como uma causa de osteoporose em crianças. O impacto da deficiência de hormônio de crescimento (DGH) na infância sobre a saúde óssea tem atraído inúmeras publicações na literatura científica nos últimos 20 anos.Há uma percepção de que DGH em uma criança pode levar à densidade mineral óssea anormal e fraturas e a DGH é frequentemente incluída como uma causa de osteoporose secundária em crianças. O objetivo desta avaliação é revisar criticamente as evidências atuais sobre a estrutura óssea, densidade mineral óssea e fraturas em crianças com DGH. O hormônio de crescimento (GH) provoca alongamento ósseo durante a infância e a adolescência por estimulação das placas de crescimento. No entanto, o crescimento ósseo é um processo tridimensional com comprimento e largura óssea, tais ossos naturalmente crescerão na proporção um para o outro. Até o momento, avaliações em crianças com DGH têm avaliado estes processos separadamente. Em crianças em crescimento, com DGH, é razoável supor que ambos os processos devem ser igualmente comprometidos, levando a uma criança proporcionalmente menor com os ossos mais curtos, e proporcionalmente mais estreita. O crescimento em espessura óssea (expansão periosteal) e resistência óssea também são uma função das forças que agem sobre os ossos, que são em sua maioria exercida pelo músculo, sendo regulada por si conhecidos efeitos anabólicos do GH e IGF-1. Medidas estruturais de seção transversal de um osso longo em crianças com DGH, portanto, requerem ajustes para comprimento do osso e, se possível, para o tamanho muscular. 
AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM 20611
Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologia – Medicina Interna
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Como Saber Mais:
1. A deficiência de hormônio de crescimento (DGH) com início na infância é freqüentemente percebida como causadora da baixa densidade mineral óssea, fraturas e osteoporose…
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2. Não há evidências de que o DGH isolado no início da infância, ou a resistência grave ao GH, causa um risco aumentado de fraturas em crianças ou adultos… 
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3. O crescimento ósseo é um processo tridimensional com comprimento e largura óssea, tais ossos naturalmente crescerão na proporção um para o outro… 
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Referências Bibliográficas:
Prof.Dr. João Santos Caio Jr, endocrinologista,neuroendocrinologista, Dra Henriqueta Verlangieri Caio, endocrinologista,medicina interna-Van Der Häägen Brazil – São Paulo –Brasil, Bachrach, LK & Ward, LM (2009) Revisão clínica 1:. Bisfosfonato uso em osteoporose na infância The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism , 94, 400-409. Rauch, F. O crescimento ósseo (2005) em comprimento e largura: o Yin eo Yang da estabilidade óssea.Journal of Musculoskeletal Interações & Neuronal , 5, 194-201. Baim, S., Binkley, N., Bilezikian, JP et al . (2008) posições oficiais da Sociedade Internacional de Densitometria Clínica e resumo executivo da conferência de 2007 de desenvolvimento ISCD posição. Jornal de Densitometria Clínica , 11, 75-91. Schoenau, E., Neu, CM, Beck, B. et al . (2002) o conteúdo mineral ósseo por área muscular transversal como um índice da unidade músculo-osso funcional. Journal of Bone Mineral e Pesquisa , 17, 1095-1101. Högler, W., Briody, J., Woodhead, HJ et al . (2003) Importância da massa magra na interpretação da densitometria de corpo total em crianças e adolescentes. The Journal of Pediatrics , 143, 81-88. Crabtree, NJ, Kibirige, MS, Fordham, JN et al . (2004) A relação entre massa corporal magra e conteúdo mineral ósseo na área da saúde pediátrica e doenças. Osso , 35, 965-972.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A REPOSIÇÃO COM HGH POR DNA RECOMBINANTE DESENVOLVIDO POR ENGENHARIA GENÉTICA É DE SIGNIFICAÇÃO IMPORTANTE DESDE A FASE DA CONCEPÇÃO, INFANTO JUVENIL, CRIANÇA ,ADOLESCENTE E ADULTO.

A COGNIÇÃO é o conjunto dos processos mentais usados no pensamento e na percepção, também na classificação, reconhecimento e compreensão para o julgamento através do raciocínio para o aprendizado de determinados sistemas e soluções de problemas. De uma maneira mais simples, podemos dizer que cognição é a forma como o cérebro percebe, aprende, recorda e pensa sobre toda informação captada através dos cinco sentidos, estas implicações serão perpetuadas enquanto tivermos vida normal. A descontinuação da reposição do hormônio de crescimento (HGH) após a conclusão do crescimento linear, pode afetar a densidade mineral óssea (DMO) em adultos jovens, que na infância apresentavam deficiência do hormônio de crescimento (HGH) e faziam sua reposição. Ao analisarmos o impacto do tratamento com o hormônio de crescimento (HGH) no osso em jovens adultos que na infância apresentavam deficiência do hormônio de crescimento (HGH) e faziam a reposição. A densidade mineral óssea (DMO) na coluna lombar (L2-L4), fêmur e corporal inteiro foi medida no início e após 24 meses em adultos jovens com idades entre 18 a 25 anos que apresentavam deficiência grave do hormônio de crescimento na infância tratada com reposição do hormônio de crescimento (HGH) durante infância. Os jovens adultos foram tratados de forma aleatória (randomizados), sendo que alguns receberam o hormônio de crescimento (HGH) e outros receberam uma substância inócua. Após 24 meses, a densidade mineral óssea (DMO) da coluna lombar aumentou significativamente nos pacientes tratados com o hormônio de crescimento (HGH) do que naqueles que receberam a substância inócua. O hormônio de crescimento (HGH) também teve um efeito positivo significativo na densidade mineral óssea do fêmur. A densidade mineral óssea do corpo inteiro manteve-se inalterada desde o início. Nos adultos jovens que apresentavam deficiência grave do hormônio de crescimento na infância tratados com reposição do hormônio de crescimento (HGH) desde a infância, há um efeito positivo ao tratamento com o hormônio de crescimento (HGH) contínuo na densidade mineral óssea na vida adulta. Vinte e quatro meses de tratamento com o hormônio de crescimento (HGH) em jovens adultos foi associado com um maior aumento na densidade mineral óssea da coluna lombar em comparação com os controles, que são aqueles que fizeram uso de substância inócua. Não se esqueça que existem outros fatores que foram a partir do final da década de 80, agregado a experiência cientifica e clinica, que de uma substância apenas indicada para o crescimento infanto juvenil, seus horizontes se alagaram com tal intensidade para adultos e pessoas da melhor idade.
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Dr. João Santos Caio Jr.
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1. É importante a reposição do hormônio de crescimento para quem apresenta deficiência grave desde a infância este aspecto poderá influenciar meu futuro… 
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2. A descontinuação da reposição do hormônio de crescimento, quando atingida a estatura esperada, interfere na densidade mineral óssea quando adulto jovem ou afetara meu raciocínio através da diminuição da cognição… 
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3. Melhora o nível do bom-colesterol com a diminuição da gordura visceral ou intra abdominal ou central…
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Dr. João Santos Caio Jr. Diretor Cientifico, Dra. Henriqueta Verlangieri Caio, Diretora Clinica – Van Der Häägen Brazil –São Paulo – Brasil.GS Conway , Szarras Czapnik-M , K Racz , Keller A , Chanson P , M Tauber , M Zacharin ; 1369 GHD GHDA; Departamento de Endocrinologia e Diabetes, Hospitais da Universidade College London, 250 Euston Road, London NW1; Eur J Endocrinol. 2009 Jun; 160 (6) :899-907. 
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: AS CAUSAS DA DEFICIÊNCIA DO HORMÔNIO DO CRESCIMENTO NO ORGANISMO DA CRIANÇA E ADOLESCENTES PODE TER COMO CAUSA PRIMÁRIA A INSUFICIÊNCIA DO HGH – HORMÔNIO DE CRESCIMENTO.

A deficiência do hormônio do crescimento produzido pelo organismo é um distúrbio que envolve a hipófise (uma pequena glândula situada na base do cérebro ), que produz o hormônio do crescimento e outros hormônios. Quando a glândula hipófise não produz quantidade suficiente do hormônio do crescimento, o crescimento será mais lento que o normal. O hormônio do crescimento é necessário para o crescimento e desenvolvimento normal em crianças e tem outras funções importantes até o final da vida afinal a função do HGH-hormonio de crescimento, somatotrofina é fazer com que todas as células se desenvolvam e cresçam, mas para que isto aconteça, nosso organismo necessita de outros hormônios que tem a função de logística na distribuição “just in time”, caso contrario a ação principal desta função não ocorrerá. A deficiência do hormônio do crescimento pode ocorrer em qualquer idade. O padrão de crescimento da crianças, juvenis e adolescentes é uma parte importante da determinação do crescimento normal. Normalmente, uma criança cresce cerca de 2 centímetros por ano. Uma criança com deficiência de hormônio de crescimento geralmente tem um padrão de crescimento de menos de 2 centímetros por ano. Em muitos casos, crescimento das crianças, cresce normalmente até que ela tenha cerca de 2 ou 3 anos, então, sinais de retardo de crescimento começam a aparecer. Em outros casos, a criança pode apresentar atraso do crescimento antes ou depois desta idade, e é frequente observarmos fetos pequenos para idade gestacional, PIG, que afetará o neo nato até a vida adulta. Embora muito menor, uma criança com deficiência do hormônio do crescimento tem as proporções corporais normais e tende a parecer mais jovem do que outras crianças da mesma idade. A deficiência de hormônio de crescimento pode ser congênita (quando está presente desde o nascimento). A causa da deficiência congênita do hormônio do crescimento pode estar associada a uma anormalidade da glândula pituitária, ou pode fazer parte de outra síndrome. A deficiência do hormônio do crescimento também pode ser adquirida (condição que ocorre após o nascimento). As causas adquiridas incluem trauma, infecções, irradiação na cabeça, e outras doenças (por exemplo, tumores cerebrais), meio ambiente, nutrição, o processos biopsicossociais. A deficiência do hormônio do crescimento pode se tornar aparente quando o corpo é incapaz de responder ao hormônio do crescimento.  Neste caso, pode haver níveis elevados do hormônio do crescimento sendo produzido pela glândula pituitária que circulam no sangue, mas são ineficazes, diversos trabalhos científicos tem concluído que na pratica ninguém passa de 95% da carga genética programada. Esta condição pode ser familiar, mas também pode ocorrer em um indivíduo sem história familiar. Em alguns casos, nenhuma causa pode ser encontrada. Uma criança com deficiência do hormônio do crescimento pode ter os seguintes sintomas: baixa estatura para sua idade, aumento da quantidade de gordura ao redor da cintura, se mostrar insatisfeito emocionalmente, a criança pode parecer mais jovem do que outras crianças de sua idade, atraso do início da puberdade e o desenvolvimento dos dentes atrasarem. Se você está preocupado com o crescimento ou com a estatura do seu filho, converse com seu médico ou profissional de saúde.  A altura e o peso do seu filho podem ser comparados com os níveis normais para a idade e sexo. Além disso, se a criança já tem exames normais, a taxa de crescimento pode ser facilmente avaliada. Se existe um padrão incomum de crescimento e desenvolvimento, uma consulta com um endocrinologista deve ser considerada. A deficiência do hormônio do crescimento (HGH) pode ser tratada com terapia de reposição do hormônio do crescimento (HGH), que é obtida por engenharia genética através de DNA-recombinante é chamada somatotrofina ou hormônio do crescimento (HGH) e é injetado no subcutâneo, na gordura abaixo da pele. Geralmente é recomendado seu uso diariamente.
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1. Quando a glândula hipófise não produz quantidade suficiente do hormônio do crescimento, o crescimento será mais lento que o normal? 
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2. A causa da deficiência congênita do hormônio do crescimento pode estar associada a uma anormalidade da glândula pituitária, ou pode ser parte de outra síndrome? 
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3. A altura e o peso do seu filho podem ser comparados com os níveis normais para a idade e sexo?
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Referências Bibliográficas: 
Stephen Kemp, MD, PhD, Professor do Departamento de Pediatria, Setor de Endocrinologia Pediátrica da Universidade de Arkansas e Arkansas Children’s Hospital. Editores: Arthur Chausmer B, MD, PhD, FACP, FACE, FACN, CNS, professor da pesquisa da filial, Bioinformática e Biologia Computacional Programa, Faculdade de Ciências Computacionais; C, Principal / A Informática, LLC; Francisco Talavera, PharmD, PhD, Senior Farmácia Editor, eMedicine; T George Griffing, MD, Diretor da Divisão de medicina interna geral, professor do Departamento de Medicina Interna, St Louis University.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: O CRESCIMENTO CORPORAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES E SUA RELAÇÃO COM A ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO DO COMPLEXO CRANIOFACIAL.

Em antropologia e medicina, chama-se prognatismo (do grego pro, “movimento para frente”, + gnathós”mandíbula”) à proeminência dos dentes em relação ao plano da face. Em animais com crânio o prognatismo é resultado de uma hipotrofia óssea da maxila ou hipertrofia óssea da mandíbula – a mandíbula é mais longa que a maxila. Artrópodes também podem ser apontados como prognatas, como por exemplo as formigas fêmeas, por terem peças bucais no ácron. Em medicina, esta proeminência pode ser considerada uma afecção esquelética, ou seja, uma deformação da face, causada por um acidente, ou de origem genética, como o “famoso” prognatismo mandibular. O crescimento corporal de crianças e adolescentes e sua relação com a aceleração do crescimento do complexo craniofacial constituem assunto de enorme interesse para o ortodontista, uma vez que a instituição de uma terapia que visa controlar o desenvolvimento maxila-mandibular é baseada no estudo da idade esquelética do paciente e sua conseqüente maturação somática, portanto quanto mais postergarmos um início terapêutico de reconstituição ortodôntica permitindo um crescer do complexo craniofacial, mais difícil e trabalhosa é a solução.
Em antropologia, o prognatismo é uma característica usada para descrever grupos humanos e foi considerada uma das características dos afro-descendentes e, em menor grau, também dos asiáticos. Entretanto existem em ortodontia situações características, que nos dão uma ideia mais segura de uma situação não necessariamente patológica e que é uma situação onde é possível avaliar o desenvolvimento estatural durante o crescimento, envolvendo outras situações onde a medicina e a odontologia está presentes, e que necessita nossa prevenção o mais precoce possível, principalmente em se considerando as alterações significativas dos comprometimentos odontológicos que se agravam com o evoluir do tempo. Este estudo objetivou assim avaliar a correlação existente entre o crescimento estatural e o crescimento mandibular, em 30 indivíduos com Classe II esquelética, não tratados ortodonticamente, acompanhados longitudinalmente junto ao Burlington Growth Study – Canadá. As documentações seriadas foram obtidas aos 6, 9, 12, 14 e 16 anos de idade cronológica, constando de telerradiografias de perfil e fichas clínicas com dados cadastrais. Os resultados indicaram que o pico de crescimento estatural, bem como o maior incremento médio da maioria das medidas mandibulares avaliadas, ocorreu para o gênero feminino, no período entre 9 e 12 anos, e para o gênero masculino, entre 12 e 14 anos. Além disso, foi verificado que, dentre todas as medidas analisadas, a velocidade média de incremento no comprimento da mandíbula demonstrou a correlação mais consistente com a velocidade média de crescimento em altura (estatura) destes indivíduos, principalmente para o gênero masculino durante seu pico de crescimento (r=0,758), portanto a estatura média da raça humana, deve se contrapor a baixa estatura se for possível e nós profissionais não formos negligentes em tais observações. Jamais devemos nos esquecer que a face normal humana segue ou têm que seguir através do artista neste caso o ortodontista, tanto as sequência de FIBONACCI e a Razão Áurea aparecem em formas naturais que vão desde a geometria da molécula de DNA (e do corpo humano) para a fisiologia de plantas e animais. Nos últimos anos, a ciência deu um salto quântico no conhecimento sobre a aparência universal e a importância fundamental da matemática Fibonacci. Algumas das maiores mentes da história, de Pitágoras a Isaac Newton, mantiveram phi (f) e a sequência de Fibonacci na mais alta estima e reverência.
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1. Existem em ortodontia situações características, que nos dão uma ideia mais segura de uma situação não necessariamente patológica…
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2. Jamais devemos nos esquecer que a face normal humana segue ou têm que seguir através do artista neste caso o ortodontista, tanto as sequência de Fibonacci e a Razão Áurea aparecem em formas naturais que vão desde a geometria da molécula de DNA (e do corpo humano) para a fisiologia de plantas e animais… 
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3. O crescimento corporal de crianças e adolescentes e sua relação com a aceleração do crescimento do complexo craniofacial constituem assunto de enorme interesse para o ortodontista… 
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Referências Bibliográficas:
Prof.Dr. João Santos Caio Jr, Diretor Cientifico et Dra. Henriqueta Verlangieri Caio, Diretora Clinica – Van Der Häägen Brazil, São Paulo – Brasil, Guilherme Thiesen , Marcus Vinicius Neiva Nunes do Rego , Eduardo Martinelli Santayana de Lima, Burlington Growth Centre (Centro de Crescimento Burlington) Faculdade de Odontologia, Universidade de Toronto Susan R. Rose, MD, professor de pediatria no Hospital Infantil de Cincinnati Medical Center, University of Cincinnati College of Medicine, Ohio, USA; Susan Scott, MD, professor emérito de pediatria da Universidade do Novo México, Albuquerque, USA; Pediatric Academic Societies (PAS) e da Sociedade Asiática para Pediatric Research Reunião Anual 2011: Abstract 1.402,24. abril de 2011. Avaliado por Dr. Stephen Greene , pediatra consultor.
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ENDOCRINOLOGIA–NEUROENDOCRINOLOGIA: CRIANÇAS NASCIDAS PEQUENAS PARA A IDADE GESTACIONAL (PIG), PRÉ-PÚBERES, COM BAIXA ESTATURA DEPENDEM DA DOSE DE HORMÔNIO DE CRESCIMENTO.

Esta avaliação teve como objetivo verificar a eficácia e a segurança de diferentes doses de hormônio do crescimento (GH) no tratamento de crianças pré-púberes com baixa estatura que nasceram pequenas para a idade gestacional (PIG). Foram avaliadas 48 crianças nascidas pequenas para a idade gestacional (PIG) que foram distribuídas ao acaso em 3 três grupos diferentes: um grupo controle de 12 crianças que não receberam nenhum tratamento por 2 anos, um grupo foi tratado com GH em dose pequena ao dia, e um grupo foi tratado com GH em dose maior ao dia. No total, 42 crianças completaram 2 anos de acompanhamento, e 24 crianças dos grupos tratados completaram 3 anos de tratamento. A idade média no início da avaliação foi de 4 anos. As crianças ficaram pré-púberes durante o curso da avaliação. Nenhum ganho na estatura foi observado no grupo não tratado, mas houve uma clara resposta de ganho na estatura dependendo da dose de GH utilizada nas crianças tratadas. Após o terceiro ano de tratamento, o grupo que recebeu a maior dose de GH alcançou sua estatura alvo. Os principais determinantes da resposta de crescimento foram a dose de GH utilizada no tratamento, a idade do início do tratamento (quanto mais nova a criança melhor a resposta do crescimento) e da família em relação ao déficit da estatura individual (quanto maior o déficit de estatura, melhor a resposta ao crescimento). As concentrações dos fatores de crescimento ligados à insulina IGF-I e IGF-3 aumentou durante o tratamento. Um aumento nos níveis de insulina foi encontrado sem efeitos negativos sobre os níveis de glicose em jejum ou dos níveis de hemoglobina glicosilada. O tratamento com GH ocorreu sem intercorrências ou efeitos indesejados. Como conclusão verificamos que crianças com baixa estatura, pré-púberes, nascidas pequenas para a idade gestacional, apresentam uma resposta de crescimento dependente da dose da terapia de GH, e sua altura alvo pode ser alcançada dentro de 3anos de tratamento, dando-se a maior dosagem de GH por dia.
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1.Os hormônios tireoidianos também interferem no crescimento linear?
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2. Os profissionais de saúde são questionados rotineiramente sobre os efeitos positivos que o exercício físico exerce sobre o crescimento longitudinal de crianças e adolescentes? 
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3. Se observa um resultado diferente em esporte principalmente de impacto ou que comprometa as cartilagens de crescimento dos ossos longos, pois a defesa do osso é formar osso no sentido de imobilização e da agressão orgânica?
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Referências Bibliográficas:
Carla Cristiane da Silva – Mestranda em Pediatria pelo Programa de Pós-Graduação em Pediatria da Faculdade de Medicina de Botucatu – Unesp, Bolsista CNPq ; Tamara Beres Lederer Goldberg – Professora Assistente Doutora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina de Botucatu – Unesp. Disciplina de Medicina do Adolescente ; Altamir dos Santos Teixeira – Professor Assistente do Departamento de Doenças Tropicais e Diagnóstico por Imagem da Faculdade de Medicina de Botucatu – Unesp ; Inara Marques – Professora Adjunta Doutora do Departamento de Fundamentos da Educação Física Universidade Estadual de Londrina. Disciplina de Crescimento e Desenvolvimento Motor. 
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Site Clinicas Caio
http://drcaiojr.site.med.br/
http://dracaio.site.med.br/
Site Van Der Haagen Brazil
www.vanderhaagenbrazil.com.br
www.clinicavanderhaagen.com.br
Google Maps:
http://maps.google.com.br/maps/place?cid=5099901339000351730&q=Van+Der+Haagen+Brasil&hl=pt&sll=
-23.578256,-46.645653&sspn=0.005074,0.009645&ie=
UTF8&ll=-23.575591,-46.650481&spn=0,0&t=h&z=17
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